ADEMI-PE DEBATE NOVAS REGRAS DA CAIXA E BANCO DO BRASIL

O diretor de habitação da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi-PE), Genildo Valença, fez uma apresentação sobre os pontos tratados na reunião realizada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) com os bancos Caixa e do Brasil, no último dia 6, em Brasília. No encontro, a Caixa anunciou a redução dos juros nos financiamentos imobiliários – já em vigor – além de informar que executou, até maio, 52% do orçamento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para este ano. Ao todo, foram alocados R$ 40,1 bilhões, de um total de cerca de R$ 80 bilhões. Também foram investidos R$ 7,1 bilhões em descontos para pessoa física.

Segundo Genildo, a previsão da Caixa é que a meta de execução para o primeiro semestre seja superada. Outro assunto abordado foi a situação dos pagamentos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). De acordo com a Caixa, o Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR) fez os repasses e o banco efetuou os pagamentos até 3 de maio. Os outros pagamentos serão regularizados à medida que o banco receba novos recursos.

Foi tratado ainda o andamento da retomada de obras paradas. O vice-presidente da área de Habitação de Interesse Social, Carlos Henrique Oliveira Passos, sugeriu que seja feita uma reunião conjunta entre Caixa, o MDR, e a CBIC, para avaliarem a situação em conjunto, devido à demora para destravar a retomada dos empreendimentos paralisados. As empresas têm gastos com orçamento, que ficam muito defasados, e às vezes até com implantação de canteiros de obras e trabalhadores, sem que a contratação se consume.

Banco do Brasil – Genildo comentou ainda a reunião com representantes do Banco do Brasil, que trouxeram atualizações sobre as operações do agente financeiro dentro do MCMV. “O recado lá é que há verbas. Basta ir busca-las”, afirmou Genildo.

Associações e sindicatos presentes no encontro chamaram a atenção para problemas operacionais enfrentados pelas construtoras sobre os contratos com o agente financeiro. O banco está procurando simplificar os processos para dar mais agilidade. Atualmente, o prazo de análise para pessoas físicas é de dez dias e a meta é que seja ainda mais curto.

Fonte: Aponte Comunicação + Agência CBIC

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